martes, 19 de julio de 2016

Musulmanes, las personas que sufren más prejuicios en el mundo

(TRADUCCION AL FINAL)

Muçulmanos, o povo que sofre mais preconceito no mundo

Incrivelmente, as civilizações mais interessantes do mundo antigo estão situadas nas regiões mais marginalizadas pelos meios de comunicação atualmente, e até pelas artes.
Sumérios, Persas, Egípcios, a Mesopotâmia mesmo, todos eles nessas regiões que hoje vemos como árabes, islã ou muçulmanas, entre o chamado “oriente médio” (Ásia) e norte da África.
Região que foram e são tão ricas em cultura na mesma proporção que são massacradas pela imprensa, principalmente pelos norte americanos.
Nós temos aquela visão tão clichê quanto incontestada, tão tenebrosa quanto ignorante, dos árabes que é basicamente uma combinação:
Mulheres oprimidas pela burca, sociedade machista
+
Terrorismo na base da religião (“mate para ir pro paraíso”)
+
Terrorismo por revolta dos EUA serem a grande potência do mundo (bem irracional)
+
Povo bárbaro, gosta de sangue, mata qualquer um que vê pela frente
 
Primeiramente, não devemos olhar com os nossos olhos americanos, ocidentais, que sofreram influências do iluminismo europeu e por fim de vários outros pensamentos europeus para uma sociedade que tem uma história bem mais longa que a nossa, e bem mais enraizada.
Enquanto o Brasil tem lá seus 500 e poucos anos, existem palestinos que foram tirados das suas próprias casas por Israel de forma desumana, casas essas que estão como território da família há 900 anos, ou 800, ou até mais de um milênio.
Existe uma cultura intensa, tão intensa que o capitalismo não se impregnou com toda sua força, impregnou? Sim, mas ainda sim não tiveram tanta influência americana nem européia, eles conseguiram manter os seus valores.
O que torna eles tão incrivelmente admiráveis é que fato que eles mantinham seus valores sem serem xenofóbicos, ou seja, não renegam a cultura do outros, claro que se eu entrar em território muçulmano de vertente xiita eu não vou poder nem pensar em entrar sem a burca, é a cultura deles, é a tradição, e eu tenho que respeita-la porque antes de eu ser uma mulher americana, eu estarei no território deles, portanto as regras são deles.
Unirem o fato da mulher usar burca ligado a sexualidade reprimida é uma visão no mínimo deprimente.
Até porque expor o corpo torna alguma sociedade menos machista onde?
Sabemos que não são em todos os países mas a mulher árabe vem ganhando muita liberdade, está nos centros acadêmicos, elas podem ter um emprego (e já faz tempo) e detalhe, elas tem o direito de usar inteiramente o salário sem por um centavo dentro da casa, é obrigação do homem da casa (seja o marido, o irmão mais velho, o filho mais velho, enfim) de bancar os gastos da casa pois naturalmente ele ganha mais, então ele tem esse compromisso de fazer seu ganho valer algo.
E também porque a mulher que cuida dos filhos, que educa, que ensina, então a parte dela ela já faz.
Não estou dizendo que é correto ou não, estou mostrando como é a cultura deles de fato.
Isso fez com que a mulher muçulmana ganhasse o posto de mulher que mais consome cosméticos do mundo (hauahuhau), sei que a informação parece inútil mas isso é um exemplo de liberdade sexual? Eu creio que sim.
No pouco que pude ver, a burca não é simplesmente um pano que cobre o corpo, é cheio de detalhes que revelam os gostos daquela mulher, e se elas se sentem bem assim quem somos nós, meros americanos, onde nossa cultura se formou muito depois da deles para julgarmos a forma de viver deles?
Não estou excluindo os índios da cultura, mas sabemos que infelizmente no que se diz cultura, a parte indígena corresponde a muito pouco, o pouco que temos de cultura indígena no Brasil as pessoas mal sabem, por exemplo nomes de cidades, o nome da minha cidade por exemplo (Taquaritinga), é um nome indígena.
Mas o que conhecemos por cultura na América atualmente demorou muito tempo para se moldar, o que nem se compara com os muçulmanos que podem ter mudado sua visão religiosa, mas de fato sua cultura vem de primórdios.
O segundo tópico, é mais rápido, essa visão pobre de que o terrorismo é baseado na base da religião, assim como o terrorismo é baseado na revolta de que o hemisfério norte é rico e o hemisfério sul é pobre.
Não sei nem dizer, não entendo porque as pessoas acreditaram em uma coisa tão ridícula, até eu na minha mera ignorância na época achava isso muito duvidoso, uma afirmação no mínimo idiota demais pra ser levada a sério.
Ninguém se mata porque vai pro paraíso, primeiro porque não existe esse paraíso que Hollywood justificou como ato terrorista, o das trocentas virgens, o paraíso é tão flexível quanto a gente imagina.
Para o islã, o paraíso é referente ao que você considera paraíso (assim como o inferno), então, imagina você mulher entrando em um paraíso com 70 virgens? Tá mais pra inferno né.
A questão do terrorismo é bem mais pra baixo do que o buraco aparentemente mostra, essas pessoas que se tornam homens bomba, terroristas, sofreram uma violência tão grande que simplesmente buscam o suicídio numa violência tamanha como válvula de escape, ou simplesmente querem a violência, perdem os escrúpulos, se tornam pessoas altamente violentas.
Você já se perguntou o que leva uma pessoa a se explodir?
Já imaginou você estar na sua casa e de repente pessoas de outra nacionalidade invadirem sua casa, estuprarem suas filhas ou sua irmã, ou até a sua mãe, submeterem seus irmãos e seus pais a humilhações, urinarem nas suas coisas, ou até pior, destruírem tudo e morarem lá.
Enquanto você é trancado no banheiro e obrigado a viver assim, até a morte.
Já imaginou sua irmã, ou você, ou enfim, estar grávida e for barrada no hospital da sua própria cidade, e essa pessoa que está grávida ser obrigada a parir na rua em meio ao caos, a tiros, a bombas e afins?
É esse o tratamento de choque que esses povos do oriente médio sofreram, quem não ficaria desumano diante de tanta falta de humanismo? Diante de tanta violência?
E pior, muitos viveram nessas condições precárias por anos a fio, 15, 20 anos, vivendo nessas condições, nessa humilhação de ter uma nacionalidade e não ter um país como por exemplo aconteceu com os palestinos.
E eles não são desinformados como nós do ocidente, eles sabem que por exemplo, por trás de Israel (que atacou a Palestina) estava os EUA com seus interesses econômicos, os EUA financiou Israel, sem os EUA, Israel não teria nem 1/10 do armamento que tem,  e os Palestinos coitados, tinham apenas pedras para tacar.
E quando tinham algo, se explodem num ato praticamente desesperado.
Formam-se gerações de pessoas com depressão crônica, crianças que já nascem com depressão, tamanho o estado de choque dessa população.
Enquanto os imbecis dos repórteres mantém a “imparcialidade”, sempre mostram a notícia da forma distorcida e sempre que existem uma notícia sobre o mundo do Islamismo, é algo negativo.
Esse povo bárbaro que gosta de sangue só perdeu essa face pra nós brasileiros quando uma novela (O Clone) foi exibida aqui no Brasil, embora ainda demonstrasse de forma um tanto distorcida, pelo menos retiraram essa máscara do mal do povo muçulmano.
E é incrível, em todos os filmes americanos o árabe é visto como o homem bomba, seja no sentido de se explodir literalmente ou de enganar, de dar aquela surpresa ruim.
Visto como o homem machista que tem várias dançarinas ao seu dispor, e nojento sexualmente falando.
E pior que as pessoas acreditam nisso, fielmente, acreditam assim como não acreditam que lá no mundo islãmico existe coisas rotineiras como aqui, separação, segundo casamento, e coisas do tipo, inclusive pras mulheres.
E que a mulher lá pode se queixar da falta de carinho do seu marido e ser totalmente apoiada pelo Califa e pelo Sheik em separar.
Um povo que desde sempre nunca impôs sua cultura para ninguém, mas passam como bárbaros, revoltados?
Não é no mínimo contraditório?
Para finalizar o post, vou recomendar dois vídeos que serão um verdadeiro tratamento de choque na visão de vocês.
O segundo é bom preparar o estômago, pois é mais revoltante.  John Pilger – A Palestina continua sendo a questão (Palestine Is Still The Issue)
Assistam, e vejam as notícias sobre o Oriente Médio/Norte da África com outros olhos. Eu garanto.
TRADUCCIÓN: 
Musulmanes, las personas que sufren más prejuicios en el mundo
Increíblemente, las civilizaciones más interesantes del mundo antiguo se encuentran en las zonas más marginadas por los medios de comunicación hoy en día, e incluso las artes.
Sumerios, persas, egipcios, Mesopotamia mismas, todas estas regiones vemos hoy en día como los árabes, el Islam o los musulmanes, entre el llamado "Oriente Medio" (Asia) y África del Norte.
Región que fueron y son tan rico en cultura en la misma proporción que se masacrada por la prensa, sobre todo por los norteamericanos.
Tenemos la visión como cliché como indiscutible, tan oscuro como ignorantes de los árabes es básicamente una combinación:
Las mujeres oprimidas por el burka, la sociedad dominada por los hombres
+Terrorismo sobre la base de la religión ( "compañero para ir al paraíso")
+Terrorismo por la revuelta de EE.UU. siendo el gran poder del mundo (e irracional)
+La gente bárbara, como la sangre, mata a cualquier persona que ve por delante
En primer lugar, no hay que mirar con nuestros ojos occidentales, americanos, que fueron influenciados por la Ilustración europea y para varios otros pensamientos europeos para una sociedad que tiene una historia mucho más larga que la nuestra, y mucho más arraigada.
Mientras que Brasil tiene allí sus 500 y pico de años, hay palestinos que fueron sacados de sus casas por Israel alberga inhumanamente a los que están en el territorio de la familia durante 900 años, o 800, o incluso más de un milenio.
Hay una cultura fuerte, tan intenso que el capitalismo no se llenó con todas sus fuerzas, impregnado? Sí, pero aún no han tenido tanta influencia americana o europea, se las arreglaron para mantener sus valores.
Lo que los hace tan increíblemente admirable es el hecho de que se mantienen sus valores sin ser xenófobo, es decir, no niega la cultura de los demás, por supuesto, si entro en el lado musulmán chiíta territorio no voy a ser capaz de pensar de entrar sin burka, es su cultura es la tradición, y tengo que respetarlo porque antes de que yo era una mujer americana, estaré en su territorio, por lo que las normas son de ellos.
Junto al hecho de que las mujeres usan burkas vinculados a la sexualidad reprimida es una visión al menos deprimente.
Incluso porque la exposición del cuerpo hace que cualquier sociedad menos machista, donde?
Sabemos que no se encuentran en todos los países, pero la mujer árabe está ganando mucha libertad, es en los centros académicos, que pueden tener un trabajo (y tienen larga) y el detalle, tienen el derecho de utilizar plenamente el salario y sin poner un centavo en la casa, es la obligación del hombre de la casa (ya sea el marido, el hermano mayor, el hijo mayor, de todos modos) para pagar los gastos de la casa, porque, por supuesto, que se vuelve más entonces tiene este compromiso con su ganancia valer algo.
Y debido a que la mujer que cuida de los niños, la educación, la enseñanza, por lo que parte de ella que ya lo hace.
No estoy diciendo que es correcto o no, que estoy mostrando cómo su cultura de hecho.
Esto hizo que la mujer musulmana en ganar a la mujer ya que consume más cosméticos en el mundo (hauahuhau), sé que la información parece inútil, pero este es un ejemplo de la libertad sexual? Yo creo que sí.
En lo poco que pude ver, el burka no es simplemente un paño que cubre el cuerpo está lleno de detalles que revelan la talla de esta mujer, y si se sienten bien por lo que son meras nosotros los americanos, donde se formó nuestra cultura mucho más tarde de ellos para juzgar cómo viven ellos?
No estoy excluyendo la cultura de la India, pero sabemos que, lamentablemente, en lo que se dice cultura, parte indígena se corresponde con muy poco, lo poco que tenemos de la cultura indígena en Brasil malas personas saben, por ejemplo, nombres de la ciudad, el nombre de mi ciudad por ejemplo (Taquaritinga) es un nombre indígena.
Pero lo que conocemos como la cultura en los Estados Unidos hoy tomó mucho tiempo para dar forma, que no se compara con los musulmanes que puedan haber cambiado su punto de vista religioso, pero en realidad su cultura viene de los primeros días.
El segundo tema es más rápido, esta pobre opinión de que el terrorismo se basa en la base de la religión, y el terrorismo se basa en la revuelta del hemisferio norte es rico y el hemisferio sur es pobre.
Ni siquiera puedo decir, no entiendo por qué la gente creía en algo tan ridículo, incluso en mi mera ignorancia en el momento pensaron que muy dudoso, una declaración en lo más mínimo estúpida demasiado como para ser tomado en serio.
Nadie mata porque va al cielo, en primer lugar porque no hay tal paraíso que Hollywood justificarse como un acto terrorista, los trocentas vírgenes, el paraíso es tan flexible como pensamos.
Para el Islam, el paraíso está relacionado con lo que se tiene en cuenta el paraíso (como el infierno), entonces se puede imaginar que la mujer que entra en un paraíso con 70 vírgenes? Sí a la derecha más al infierno.
El tema del terrorismo es más baja que el agujero parece mostrar a estas personas que se convierten en terroristas suicidas, los terroristas, han sufrido tanta violencia que simplemente buscan el suicidio de la violencia como la válvula de alivio, o simplemente quieren violencia, perder escrúpulos, se convierten en personas muy violentas.
¿Te has preguntado lo que hace que una persona que explote?
¿Puede usted imaginar que estás en tu casa y de repente la gente de otra nacionalidad invadir tu casa, violar a sus hijas o su hermana, o incluso su madre, que presenten sus hermanos y sus padres humillaciones, orinó en sus cosas, o incluso peor, destruir todo y que viven allí.
Mientras estás encerrado en el baño y forzado a vivir de esta manera, a la muerte.
¿Se imaginan a su hermana, o, o, finalmente, estar embarazada y se barra en el hospital de su ciudad, y esa persona está embarazada está obligado a dar a luz en la calle en medio del caos, disparos, bombas y similares?
Este es el tratamiento de choque que estos habitantes de Oriente Medio sufrieron, que no sería cara inhumana de esa falta de humanismo? Ante tanta violencia?
Y peor aún, muchos vivían en estas condiciones precarias desde hace años, 15, 20, que vive en estas condiciones, la humillación de tener una nacionalidad y no tener un país como sucedió con los palestinos.
Y ellos no están informados, ya que en el oeste, que sabemos que, por ejemplo, detrás de Israel (que atacó Palestina) fueron los EE.UU., con sus intereses económicos, los EE.UU. financiado Israel sin los EE.UU., Israel no tendría 1/10 las armas que tiene, y los desgraciados palestinos sólo tenían piedras para tacar.
Y cuando tenían algo que explotar en el acto casi desesperado.
Son las generaciones de las personas con depresión crónica formada, los niños que nacen con la depresión, como fue el choque de esta población.
Mientras imbéciles reporteros mantiene la "imparcialidad", siempre muestran las noticias de la distorsionada y cada vez que hay noticias sobre el mundo del Islam, es algo negativo.
Este pueblo bárbaro que al igual que la sangre sólo perdieron esta cara para nosotros los brasileños cuando una novela (El Clon) se demostró en Brasil, aunque todavía mostraba de forma un tanto distorsionada, al menos quitado la máscara de los musulmanes malos.
Y es sorprendente, en cada cine estadounidense árabe es visto como el atacante suicida, es con el fin de explotar, literalmente, o para engañar, para dar una mala sorpresa.
Visto como el hombre macho que tiene varios bailarines a su disposición, y hablando sexualmente desagradable.
Y peor que las personas creen que creen fielmente, ya que no creen que existe en el mundo islámico como cosas de rutina aquí, la separación, el nuevo matrimonio, y similares, incluyendo pras mujeres.
Y la mujer no puede quejarse de la falta de afecto de su marido y ser plenamente apoyado por el califa y el jeque de separar.
A las personas que siempre nunca se impusieron su cultura a cualquiera, pero van tan bárbara, enojado?
Hay al menos contradictorio?
Para terminar el post, voy a recomendar dos videos que serán un tratamiento de choque real en vista de usted.
La primera es Películas Ruinas, árabe malvados, cómo Hollywood Vilificou un pueblo
El segundo es bueno para preparar el estómago, es más repugnante. John Pilger - Palestina sigue siendo el tema (Palestina queda la cuestión)
Ver, y ver las noticias en Oriente Medio / Norte de África con otros ojos. Yo garantizo.
TOMADO DEhttps://miocitos.wordpress.com/ y
Fatima Suleiman https://www.facebook.com
Y PUBLICADO EN: http://victorianoysocialist.blogspot.com/ y en Libertad Bermeja//Facebook

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